Há muitas armadilhas no mar
Há caminhos pra se perder
Há rochas pra te prender
Há redes perdidas pra te encontrar
Pedi pra maresia te arrepiar
Assoprando seu corpo como eu queria estar
Pedi pro mar me avisar
Quando teus pés tocarem a água que eu chamo de lar
Os peixes que vêm me visitar
Ficam a me dizer
Que você é esse prazer
de molhar os olhos,
dedilhar a pele,
e contar gemidos.
Eles voltam pra te contar
Que eu gostaria de viver de você
Do seu cheiro, do seu gosto e do toque da sua pele
E da sua voz sexy, feita de sutilezas,
Sentidos e sentimentos.
Sussurros e seios.
Suor e sinos.
Não, te contar eu não deveria,
Não no sopro da maresia
Que o mar é a água salgada entre estas lágrimas
A mim, você é o inevitável.
Eles voltam pra te contar
Que eu gostaria de viver de você
Do seu cheiro, do seu gosto e do toque da sua pele
E da sua voz, feita de sutilezas,
Sentidos e sentimentos.
Sussurros e seios.
Suor e sinos.
Não, te contar eu não deveria,
Não no sopro da maresia
Que o mar é a água salgada entre estas lágrimas
A mim, você é o inevitável.
